quinta-feira, 10 de abril de 2014

O Baralho da Vovó Cigana - Cão



32 - Cão

Mostra um amigo verdadeiro, confiável e que é um aliado seguro.

Indica afinidades, bem-querer, ajudas e alguém que está do lado do consulente nos momentos bons ou ruins.

Avisa no entanto, sobre nossas responsabilidades para com aqueles que merecem nossa estima.

A reciprocidade é fundamental.

Atos de consideração e gentileza não devem ser esquecidos.



Na carta a imagem de um cachorro.
Na antiguidade era tido como o guardião da vida eterna. Em várias culturas antigas a imagem do cão estava ligada à simbólica da morte, na Pérsia antiga, os cães alimentavam-se dos cadáveres dos mortos e na Rússia era costume levar um cão junto da cama do moribundo para que recebesse alimento de suas mãos, alimento esse que garantia que o cão servisse de guia da sua alma para o outro mundo. Hécate, a deusa do nascimento e que estava relacionada ainda à magia, a iniciação e a morte, recebia sacrifício de cães. Nos túmulos romanos era comum encontrar-se imagens de cachorros e Cérbero era o famoso cão do Hades, o mundo do post mortem que correspondia a uma espécie de purgatório. Na Grécia, o cachorro pertencia também a Esculápio, o responsável pelas curas, pela sua capacidade de se curar por meios próprios, ingerindo grama. No Egito, era considerado como sendo um símbolo de Anúbis, o deus com cabeça de chacal e que era um guia para o mundo inferior. Pela sua capacidade de adaptação ao homem, costuma ser um símbolo da fidelidade no relacionamento.

  Samantha 





Baralho da Vovó Cigana - Tamina Thor
Xamanismo

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